terça-feira, junho 17, 2014
domingo, junho 15, 2014
2 Semanas
O tempo que estarei em casa a contar de hoje. Tempo que me é concedido para PODER estar com os meus. Tempo que tenciono aproveitar ao máximo, por eles e por mim. Espero também poder descansar e "reposicionar" a minha mente onde quero que ela esteja. Nos últimos tempos tem andado a deambular, por isso está na hora de voltar ao seu lugar. Grandes objetivos: poder estar com a criançada, mais do que é habitual. Pequenos (mas também grandes) outros objetivos, reservados para uma porção do tempo que me é concedido, para além da criançada: ler e escrever, meditar um pouco e desintoxicar o corpo com algum exercício. Não sei se vou conseguir ter a resistência e força de vontade para acomodar isto tudo em duas semanas, mas pelo menos acho que vale a pena tentar. Entretanto, vou escrevendo por aqui a dar conta do meu estado de espírito, ao longo dos próximos dias. Agora, vou abandonar o teclado. Hora de caracolada com uns amigos. Sem dúvida, uma boa forma de começar este "período de mudança"!
quinta-feira, junho 12, 2014
Insónia
Não consigo dormir. Não sei dizer porquê, mas não consigo dormir. Sistematicamente, quase todas as noites, depois de todos adormecerem, vagueio pela casa sozinho, intercalando entre breves zappings televisivos no sofá e curtas leituras sentado à mesa. A mente trabalha de forma desgovernada, e o resultado nada tem de produtivo. Há bem pouco tempo atrás conseguia fazer render estes momentos, com resultados produtivos. Conseguia gerir uma forma de meditação que me era útil para rever o dia anterior e preparar o dia seguinte. Agora deixei de conseguir fazer isso, e sinto que o meu cérebro se limita a subsistir. Porquê? Este tempo é realmente útil, se aproveitado, já que não se está a dormir. E repare-se que dormir seria uma utilidade muito mais interessante, já que se pode entrar num ciclo vicioso: se o corpo não deixar, a mente não trabalha devidamente, e para o corpo deixar é preciso descansar e... dormir. O que consigo fazer neste estado é realmente muito limitado. Em algumas semanas vi duas ou três temporadas que me faltavam da única série televisiva que sigo, mas não fui capaz de terminar dois livros que tenho a poucas páginas do final. Perco-me a ler coisas sem interesse em periódicos online ou no facebook, mas não consigo dedicar tempo a auto aprendizagem para matérias profissionais importantes, que necessito. Tenho uma linha de raciocínio desregrada que geralmente se mantém depois ao longo do dia. Tenho de quebrar o ciclo... alguma ideia? Dispensam-se propostas que envolvam químicos, mas agradecia conselhos de quem tenha superado com eficácia situações semelhantes, já que ao longo dos anos percebi ter tendência para cair nestes ciclos...
quarta-feira, junho 11, 2014
Mais Uma Ausência Justificada...
O formigueiro na ponta dos dedos trouxe-me aqui outra vez. Passado cerca de um mês e meio da minha mais recente mudança radical de vida, em que passei a ser pai de irmãos em vez de pai de filho único, aqui estou eu de novo a escrever. E o curioso é que o faço precisamente numa altura em que tudo parece estar a meu favor, menos o tempo. Não falo do tempo que todos se queixam, o das condições climáticas, mas sim o tempo que passa, não volta, e parece sempre curto. Gostava de ter mais tempo para fazer tanta coisa que gosto com quem gosto, e acabo por constatar o óbvio: não consigo. Por melhor que tente gerir o meu tempo e disponibilidade, nunca sinto que seja suficiente. Fica sempre algo, ou pior, alguém, para trás. Vou lutando para que assim não seja, mas o melhor que sinto alcançar é um equilíbrio frágil entre o que quero fazer e consigo fazer.
Aquilo de que me queixo não é um vago desejo de querer mais tempo para fazer "cenas", mas sim uma concreta vontade que tenho de passar mais tempo com os meus antigos, porque a cada dia que passa a noção de que um dia cada um deles deixará de cá estar angustia-me. Uma concreta vontade de passar mais tempo com os meus filhos, porque sei que é essa experiência que em última instância é determinante para que eu possa contribuir para que sejam quem quiserem ser, e que isso seja serem pessoas boas e boas pessoas. Uma concreta vontade de estar com quem amo, porque se o amor não é suficientemente motivador para que isso aconteça, então o que será? A verdade é que o dia-a-dia das pessoas da sociedade em que me insiro, é uma realidade "fazer A para chegar a B", ainda que não se desgoste de "fazer A" (como felizmente é o meu caso). O problema é que normalmente se gosta mais do "chegar a B".
Ocasionalmente cruzo-me com as palavras escritas ou ditas de alguém que realizou o que considero um verdadeiro "sonho". Alguém que tem no seu caminho o seu próprio destino. Alguém para quem "fazer A" equivale a "chegar a B", sem termos nem condições. Gostava de ser uma dessas pessoas. Para já, contento-me com os meus momentos de "chegar a B". Contento-me com as brincadeiras e boa disposição do Alex, com os sorrisos inesperados do Pedro, com a cumplicidade constante da Sofia, com o amor incondicional que sinto da/pela minha família e com os poucos e bons amigos que tenho a sorte de ter. Mas todos os dias continuo a puxar pela cabeça para descobrir como raio poderei alcançar o meu Nirvana... alguém me pode ajudar?
Aquilo de que me queixo não é um vago desejo de querer mais tempo para fazer "cenas", mas sim uma concreta vontade que tenho de passar mais tempo com os meus antigos, porque a cada dia que passa a noção de que um dia cada um deles deixará de cá estar angustia-me. Uma concreta vontade de passar mais tempo com os meus filhos, porque sei que é essa experiência que em última instância é determinante para que eu possa contribuir para que sejam quem quiserem ser, e que isso seja serem pessoas boas e boas pessoas. Uma concreta vontade de estar com quem amo, porque se o amor não é suficientemente motivador para que isso aconteça, então o que será? A verdade é que o dia-a-dia das pessoas da sociedade em que me insiro, é uma realidade "fazer A para chegar a B", ainda que não se desgoste de "fazer A" (como felizmente é o meu caso). O problema é que normalmente se gosta mais do "chegar a B".
Ocasionalmente cruzo-me com as palavras escritas ou ditas de alguém que realizou o que considero um verdadeiro "sonho". Alguém que tem no seu caminho o seu próprio destino. Alguém para quem "fazer A" equivale a "chegar a B", sem termos nem condições. Gostava de ser uma dessas pessoas. Para já, contento-me com os meus momentos de "chegar a B". Contento-me com as brincadeiras e boa disposição do Alex, com os sorrisos inesperados do Pedro, com a cumplicidade constante da Sofia, com o amor incondicional que sinto da/pela minha família e com os poucos e bons amigos que tenho a sorte de ter. Mas todos os dias continuo a puxar pela cabeça para descobrir como raio poderei alcançar o meu Nirvana... alguém me pode ajudar?
sexta-feira, maio 09, 2014
Metropolis
Tropecei neste filme acidentalmente, e só me ocorre perguntar a mim próprio como foi possível alguém fazer algo semelhante em 1927... no mínimo, impressionante!
quinta-feira, maio 08, 2014
Pai Outra Vez
Passados alguns dias do nascimento do meu segundo filho, chegou a altura de escrever algo sobre o assunto. É certo que não coloquei por aqui qualquer pré-aviso deste acontecimento, mas agora que aconteceu é o mais real possível. Uma nova pessoa existe, está aqui, vive comigo e faz parte de mim. Já nasceu com personalidade, tal como o irmão. E espero que a mantenha, tal como o irmão, com todo o trabalho e dedicação que isso significa, mas que vale a pena. Enquanto pai e pessoa, sinto que estou diferente. Curiosamente e apesar de me sentir mais cansado do que esperaria, sinto-me mais apto a levar a cabo esta tarefa, pela segunda vez. Na realidade a primeira e a segunda vez misturam-se, porque nenhuma das duas acabou nem tem fim. Até isso é bom. Numa situação de menos paciência com o Pedro (de 2 semanas) o Alexandre (de 4 anos) prontamente interviu em sua defesa com um "não achas que devias ter mais paciência com o Pedro?". É também o detentor da voz que mais chama a atenção do Pedro, talvez pelas horas a fio em que o tagarela conversou com a barriga da mãe. Da mesma forma, sente mais a minha falta, e ocasionalmente chama-me durante a noite para me deitar um pouco a seu lado (o que faço sempre sem hesitação). Também subtilmente, durante o dia, vai "requisitando" mais amiúde atenção (que tento sempre dar). Acho sinceramente que a balança está equilibrada para ele, e que tudo vai correr bem para ambos. São 1h30 da manhã, e depois de tentar adormecer o Pedro durante cerca de 2 horas (sem sucesso), chegou a hora de este mamar, o que fez. Não oiço ruídos vindos do quarto onde a mãe, com mais sucesso e jeito natural do que o que tenho, o adormeceu sem problemas. Após estas linhas, vou-me deitar a seu lado e esperar que em poucas horas a rotina recomece, para que esta semente já transformada em planta possa crescer para se tornar uma árvore frondosa. Boa noite a todos.
terça-feira, abril 15, 2014
Um Eclipse Eclipsado
Hoje é um dia (ou melhor, noite) especial, já que ocorre o primeiro eclipse lunar total do ano. De acordo com o Jornal de Notícias, o eclipse será visível na Ásia, Austrália, Oceânia, América do Sul, Antártida e África Ocidental. O título da notícia obviamente relata que não será visível a partir de Portugal. Será que a coisa está tão má para estes lados, que nem a lua quer nada connosco? Se pensarmos que na idade média tal evento seria considerado como mau augúrio, a interpretação poderia ser a de que os astros simplesmente não quiseram bater mais no ceguinho! Até estou a imaginar a conversa entre a terra e o sol: "Ah e tal, vamos lá fazer uma sombrinha na lua, mas com jeitinho para não assustar a malta em Portugal! Eles já lá tem o Passos Coelho e a restante corja para lhes meter medo que chegue!". Outra possível explicação é que o dito efeito não seja por cá visível por estarmos numa zona mais obscura da terra, como por exemplo, o olho do cu terrestre. Esta também seria uma explicação para se ver tanta merda todos os dias. Enfim, o que é certo é que toda a gente consegue ver o dito eclipse, até mesmo a malta das ilhas dos Açores, e só nós é que não, o que torna a coisa suspeita o suficiente... meditemos!
quinta-feira, abril 10, 2014
Diz-me Com Quem Andas
Alguns autores e palestrantes dedicados a melhorar a performance pessoal e profissional das pessoas, referem que as companhias com que nos damos são determinantes para o nosso desempenho. Nos dois níveis indicados (pessoal e profissional) a "qualidade" dos nossos pares afeta diretamente o nosso nível de desempenho. Uma frase de Robin Sharma com a qual concordo absolutamente diz que, "se somos a pessoa mais inteligente da nossa rua, o melhor é mudarmo-nos". Obviamente esta frase é uma metáfora, mas não deixa de ser verdade. Se por um lado ninguém gosta de parecer burro ou ignorante, por outro se estamos no extremo oposto de um determinado grupo ou comunidade, eventuais objetivos ou metas que poderíamos alcançar ficam pelo caminho. No mínimo será necessário um nível de autodisciplina elevado para manter o foco neles. Assim, parece-me que a solução, como sempre, está no meio. Uma forma de enfrentarmos o nosso receio de parecer pouco inteligente passa por assumir as nossas lacunas e falhas, e encará-las como uma oportunidade para nos melhorarmos. E para tal, basta por vezes falar com a pessoa certa, escutar com atenção e aprender. Se acompanharmos esse esforço com algum estudo, melhor. E com o passar do tempo, conversa após conversa, aprendizagem após aprendizagem, teremos evoluído naturalmente e quase sem notar. Este processo nem tão pouco pode ser apelidado de esforço, já que - se feito da forma certa - é bastante fácil de executar. Hoje tive uma destas situações, mesmo no final de um dia muito pouco produtivo. Uma hora de conversa e pensamento conjunto foi o suficiente para dar a volta e transformar o meu espírito, fazendo-me sentir útil e produtivo como não tinha sido nas horas anteriores. Ainda que muito provavelmente não leia este blog, um bem haja à companhia - a manter.
Porque é Que Ninguém Gosta do Seu Trabalho?
Há uns dias atrás resolvi quebrar a rotina habitual, típica de um dia de semana, aproveitar o sol e ir almoçar junto ao rio num ambiente agradável e com boa conversa a acompanhar. Um dos temas que surgiu foi a infelicidade generalizada que as pessoas expressam relativamente ao seu emprego, trabalho, o que lhe quiserem chamar. A pessoa com quem almocei tem um estilo de vida diferente do da maioria das pessoas e, actualmente de férias em Portugal, comentou comigo que eu fui das poucas pessoas com quem esteve durante este período e que não demonstrou sentir-se miseravelmente. Não sendo melhor nem pior que ninguém, confirmo que me sinto bem com a minha vida. É certo que profissionalmente ambiciono algo mais e talvez até diferente, mas se assim não fosse é que seria preocupante. Para já, sinto-me bem, e embora grande parte das pessoas que estejam a ler este texto possam estar nesta altura a pensar que eu sou um sortudo, acredito que neste sentido não dependo nem dependi apenas da sorte. Não quero também dizer que sou um trabalhador ou empregado mais ou menos esforçado que o meu próximo. Simplesmente penso que a forma como nos sentimos em relação ao nosso trabalho depende de vários factores, sendo um deles (e talvez o mais importante) a forma como encaramos as nossas tarefas, as nossas obrigações, o nosso dia-a-dia. Se pensarmos que passamos a maior parte do tempo que estamos acordados a trabalhar, e se durante esse período nos sentimos miseráveis, estamos então a assumir que grande parte da nossa vida é miserável. Independentemente do mais ou menos difícil que seja executar uma tarefa, conviver com um patrão ou colega que não gosta de nós ou passar por qualquer outra dificuldade semelhante, coloco apenas a pergunta: e se de manhã ao acordar simplesmente tentarmos fazer o exercício de sorrir? Se quando o tal patrão ou colega que não gosta de nós for desagradável, nós respondermos com um sorriso? Se em última instância, eu executar o meu trabalho de forma a que ele seja menos difícil de levar a cabo? A solução não tem necessariamente de passar por encontrar outro trabalho, até porque eventualmente, mais tarde ou mais cedo, iremos desenvolver o mesmo tipo de sentimento de insatisfação. Há bem pouco tempo li uma frase interessante que dizia algo do género: os pessimistas vivem tanto tempo quanto os optimistas, mas os optimistas vivem melhor. E é verdade. Por algum motivo o LinkedIn (rede social de âmbito profissional) está pejado de personagens "influenciadoras" que publicam diariamente dezenas de artigos sobre como viver melhor no trabalho, sobre como fazer melhor o seu trabalho, como deixar o trabalho se necessário for e como procurar trabalho. Engraçado que uma rede social directamente relacionada com trabalho, tenha um foco tão grande em simples técnicas de sobrevivência... No ano passado mudei de emprego por opção e não por obrigação. Não estava satisfeito, mas acredito que se a minha opção tivesse sido a de não mudar (já aconteceu anteriormente), neste momento teria sobrevivido e estaria simplesmente focado nas coisas que faziam do meu anterior emprego algo positivo em vez de negativo. Acredito que este tipo de factores positivos existem sempre, nós é que nem sempre temos a capacidade de os identificar, mesmo que estejam ali à nossa frente.
domingo, fevereiro 09, 2014
Segundo Passo de um Caminho Mais Longo (agora é que é!)
No ano passado tentei marcar uma nova etapa daquilo que foi o primeiro passo de um longo mas gratificante caminho, iniciado em 2012. Não aconteceu, mas a vontade de seguir ficou. É hora de retomar os planos. Para me lembrar a mim próprio, mais do que dar a conhecer aos outros, aqui fica o percurso previamente traçado, e que agora será cumprido.O mapa é tosco, mas serve para dar uma ideia da distância a percorrer e sobretudo dos locais a visitar. O percurso está traçado para 3 dias, de forma a calcorrear cerca de 1000 kms e ficar a conhecer ou simplesmente revisitar alguns lugares interessantes. A ideia é, sempre que possível, evitar autoestrada, já que existem outros caminhos muito mais interessantes de percorrer. Aqui fica algum detalhe dos locais a visitar:
Dia 1, Checkpoint 1: Muge
Do anterior percurso pouco ou nada se tentará repetir. Apenas o princípio da viagem pode ser o mesmo... isto porque pelo fresco da manhã vai saber mesmo bem uma bela bifana do Silas, em Muge! Se fosse agora, neste preciso momento, escolhia a que vem numa travessa (e que é do respectivo tamanho), acompanhada por queijo, fiambre, enfim... tudo a que temos direito!
Dia 1, Checkpoint 2: Coimbra
Coimbra é a maior cidade da região Centro de Portugal e situada na sub-região do Baixo Mondego, com cerca de 143 396 habitantes. (...) É considerada uma das mais importantes cidades portuguesas, devido a infraestruturas, organizações e empresas para além da sua importância histórica e privilegiada posição geográfica no centro da espinha dorsal do país. Coimbra é também referência nas áreas do Ensino e da Saúde.
O Mosteiro de Santa Cruz localiza-se na freguesia de Santa Cruz, na cidade, concelho e distrito de Coimbra, em Portugal. Foi fundado em 1131 pela Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho , com o apoio de D. Afonso Henriques e de D. Sancho I, que nele se encontram sepultados. A qualidade das intervenções artísticas no mosteiro, particularmente na época manuelina, fazem deste um dos principais monumentos históricos e artísticos do país.
Dia 1, Checkpoint 3: Aveiro
Aveiro, conhecida como a "Veneza de Portugal" e durante algum tempo chamada de "Nova Bragança", é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Aveiro, na Região Centro e pertencente à sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 55 291 habitantes. O perímetro urbano é constituído pelas freguesias de Glória e Vera Cruz (a área original da cidade), estendendo-se ainda para Aradas, Cacia, Esgueira, São Bernardo e Santa Joana (...).
A Reserva Natural das Dunas de São Jacinto é um ponto de visita obrigatória para todos os amantes da natureza. É uma extensão costeira de areais, pequenos bosques e lagoas, situada imediatamente a norte da barra de Aveiro. Por isso mesmo, o acesso faz-se, ou de barco a partir de Aveiro/farol, ou de automóvel, o que implica um desvio de três dezenas de quilómetros através de Estarreja e da praia da Vagueira. Foram definidos uma série de percursos sinalizados e pontos de observação das aves migratórias, de forma a que a desejada presença dos visitantes não colida com os imperativos de protecção ambiental.
Dia 1, Checkpoint 4: Porto
O Porto é uma cidade portuguesa situada no noroeste da Península Ibérica, sede do município homónimo com 41,66 km2 de área, tendo uma população de 237.584 habitantes (2011). A cidade é considerada uma cidade global, sendo a capital do Distrito de Porto, da Área Metropolitana do Porto e da região do Norte, sub-região do Grande Porto. A cidade metrópole, constituída pelos municípios adjacentes que formam entre si um único aglomerado urbano, conta com cerca de 1.286.276 habitantes, o que a torna a maior do noroeste peninsular e a segunda maior de Portugal, após a Grande Lisboa (...).
Caves do Vinho do Porto: A Cálem tem produzido Vinhos do Porto de qualidade superior desde 1859, reconhecidos através de sucessivos prémios nacionais e internacionais. Descubra as Caves onde o Vinho repousa durante longos anos até atingir o equilíbrio perfeito, aprenda a distinguir os diferentes aromas e paladares numa prova de degustação. Fique a conhecer a singular paisagem da região demarcada do Douro e as características que tornam este Vinho tão especial, tão apreciado. Realmente único… Uma experiência inesquecível que fará de si um apreciador incondicional.
Dia 2, Checkpoint 1: Guimarães
Guimarães é uma das mais importantes cidades históricas do país, sendo o seu centro histórico considerado Património Cultural da Humanidade, tornando-a definitivamente um dos maiores centros turísticos da região. As suas ruas e monumentos respiram história e encantam quem a visita. (...) Guimarães é muitas vezes designada como "Cidade Berço", devido ao facto aí ter sido estabelecido o centro administrativo do Condado Portucalense por D. Henrique e por seu filho D. Afonso Henriques poder ter nascido nesta cidade e fundamentalmente pela importância histórica que a Batalha de São Mamede, travada na periferia da cidade em 24 de Junho de 1128, teve para a formação da nacionalidade. Contudo, as necessidades da Reconquista e de protecção de territórios a sul levou esse mesmo centro para Coimbra em 1129.
O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal. Em posição dominante, sobranceiro ao Campo de São Mamede, este monumento encontra-se ligado à fundação do Condado Portucalense e às lutas da independência de Portugal, sendo designado popularmente como berço da nacionalidade. Classificado como Monumento Nacional, em 2007 foi eleito informalmente como uma das Sete maravilhas de Portugal.
O Parque Nacional da Peneda-Gerês ou conjunto serrano da Peneda-Gerês, é o único parque nacional de Portugal e situa-se no extremo nordeste do Minho, estendendo-se até Trás-os-Montes, desde as terras da Serra da Peneda até a Serra do Gerês - daí a sua designação -, sendo recortado por dois grandes rios, o Rio Lima e Cávado. Fazendo fronteira com a Galiza, abrangendo os distritos de Braga (concelho de Terras de Bouro), Viana do Castelo (concelho de Melgaço, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca) e Vila Real (concelho de Montalegre) numa área total de cerca de 70 290 hectares. O Parque Nacional da Peneda-Gerês é considerado pela UNESCO como Reserva Mundial da Biosfera.
É uma das maiores atracções naturais de Portugal, pela rara e impressionante beleza paisagística e pelo valor ecológico e etnográfico e pela variedade de fauna (corços, garranos, lobos, aves de rapina) e flora (pinheiros, teixos, castanheiros, carvalhos e várias plantas medicinais). Estende-se desde a serra do Gerês, a Sul, passando pela serra da Peneda até a fronteira espanhola.
Dia 2, Checkpoint 3: Chaves
Chaves é uma cidade portuguesa do Distrito de Vila Real, Região Norte, sub-região do Alto Trás-os-Montes, com uma população (em 2011) de 16 466 habitantes no seu perímetro periurbano. A cidade de Chaves em sentido restrito está dividida em três freguesias: Madalena, Santa Maria Maior e Santa Cruz - Trindade.
É sede de um município com 591,22 km² de área e 41 243 habitantes (2011), subdividido em 51 freguesias. (...) Pode-se afirmar que é uma cidade empreendedora pois, a nível de turismo, apresenta casas de turismo rural e bons restaurantes para os grandes apreciadores de gastronomia Transmontana.
Sobre o rio Tâmega, a ponte romana é o ex-libris do concelho de Chaves, sendo considerada uma das melhores heranças deixadas pelos romanos. Foi edificada entre o final do século I e o início do século II d. C, pelo Imperador Trajano. Tem cerca de 150 metros de comprimento e doze arcos de volta perfeita formados por poderosas aduelas de granito. No centro da ponte, estão expostos documentos epigráficos em tom de homenagem ao povo flaviense. Actualmente, funciona apenas como ponte pedonal. Está classificada como Monumento Nacional.
Dia 2, Checkpoint 4: Vila Real
Vila Real é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Vila Real, na Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de 25 000 habitantes. Foi capital da extinta província de Trás-os-Montes e Alto Douro. (...) Crescida num planalto situado na confluência dos rios Corgo e Cabril, a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural (Escarpas do Corgo), tendo como pano de fundo as serras do Alvão e, mais distante, do Marão. Com mais de setecentos anos de existência, Vila Real foi outrora conhecida como a "Corte de Trás-os-Montes", devido ao elevado número de casas brasonadas que então tinha.
O esplêndido solar do Palácio de Mateus está retratado nos rótulos do famoso vinho Mateus rosé. Construído no século XVIII, o edifício apresenta uma impressionante fachada barroca e pináculos ornamentados no telhado. Os jardins bem cuidados integram estátuas elegantes e um maravilhoso lago diante do palácio. Realizam-se regularmente eventos musicais no palácio e estão disponíveis visitas guiadas.
Dia 3, Checkpoint 1: Viseu
Viseu é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Viseu, na região Centro e sub-região de Dão-Lafões com 47 250 habitantes, sendo por isso a terceira maior e mais populosa cidade no Centro de Portugal, a seguir a Coimbra e Aveiro.
A Cava de Viriato é um acampamento militar romano ou árabe localizado na cidade de Viseu. É monumento nacional desde 1910. O acampamento apresenta uma forma octogonal, delimitado por fortes taludes, com 2000 metros de perímetro e uma área de 38 hectares; nas faces de nascente, norte e poente apresenta um fosso. A Cava é tradicionalmente considerada um acampamento da época romana, construído por Décimo Júnio Bruto (137-136 a. C.) ou, segundo Jorge Alarcão, pelos chefes militares Petreio e Cássio Longino em meados do século I a. C.. Mais recentemente, Vasco Mantas, apesar de considerar que dentro da área da Cava existe um acampamento romano, atribui a sua construção aos árabes. Só no século XVI é que se ligou o nome de Viriato à Cava, no entanto, este chefe dos Lusitanos, provavelmente, nunca pôs os pés em Viseu.
À beira da Cava de Viriato, ergue-se a estátua de Viriato, o aguerrido herói que a cidade desta forma homenageia. O escultor Mariano Benliure, de nacionalidade espanhola, soube interpretar neste expressivo conjunto escultórico, a alma e o vigor do valente guerreiro, que personificou a luta contra o invasor romano e que Viseu adoptou como personagem do seu imaginário na construção da imponência da cidade.
Dia 3, Checkpoint 2: Serra da Estrela, Covilhã
Serra da Estrela, por vezes referida como Serra de Estrela, é o nome dado à cadeia montanhosa e à serra onde se encontram as maiores altitudes de Portugal Continental, constituindo a segunda mais alta montanha de Portugal (apenas a Montanha do Pico, nos Açores, a supera). Faz parte da mais vasta cordilheira denominada Sistema Central, no subsistema designado como sistema montanhoso Montejunto-Estrela, que se desenvolve no sentido sudoeste-nordeste desde a serra de Montejunto, e o seu cume-pai é o Pico Almanzor. A serra da Estrela é uma zona de paisagem integrada no Parque Natural da Serra da Estrela, que após a sua constituição em 16 de Julho de 1976 se instituiu como a maior área protegida em solo português.
Dia 3, Checkpoint 3: Castelo Branco
Castelo Branco é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Castelo Branco, situada na região Centro (Beira Baixa) e sub-região da Beira Interior Sul, com cerca de 38 542 habitantes e uma área metropolitana que abriga 41 631 habitantes. Ao contrário de outras cidades da região, que cresceram notavelmente devido à indústria têxtil, Castelo Branco sempre teve uma importância geoestratégica e política em Portugal. Não está por esse motivo sujeita às flutuações económicas que deslocalizaram empresas têxteis - mormente de laboração manual desqualificada - como sucedeu na região norte e na Cova da Beira.
O Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco revela-se como um dos mais originais exemplares do Barroco em Portugal. Em especial no que respeita à estatuária: aos aspectos simbólicos e à disposição dos seus elementos em percursos temáticos. (...) Este jardim Barroco, em forma rectangular, é dominado por balcões e varandas com guardas de ferro e balaústres de cantaria. Apresenta cinco lagos, com bordos trabalhados, nos quais estão instalados jogos de água. No patamar intermédio da Escadaria dos Reis existem repuxos e jogos de água surpreendentes.
E basicamente é isto... agora é começar a trabalhar nos preparativos. Tenho um mês para o fazer (e esperar que o bom tempo chegue até lá).
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