quarta-feira, junho 03, 2026

Viagem pela N222 - A Crónica (Dia #3)

O terceiro e último dia contava ainda com o grupo completo, e assim se manteria durante boa parte da manhã. O objetivo era irmos todos almoçar uma bela sandes serrana na Serra da Estrela, para depois a partir de aí o grupo se começar a dispersar. Assim, albardámos as motas, atámos as peças soltas das Honda com cintas e elásticos e, antes de nos fazermos à estrada, atravessámos os poucos metros que nos separavam da fronteira para abastecer a preço espanhol! Só então seguimos viagem.

 

O primeiro troço de estrada até à Guarda é bastante bom. O tempo ainda estava fresco, pelo que foi descontraidamente que serpenteámos por esses quilómetros até lá. Depois da Guarda, rumámos pela N18 até Belmonte, onde fizemos uma paragem junto ao castelo para a foto de grupo que se impunha, abancando naturalmente na esplanada mais próxima, do café O Brasão para mais dois dedos de conversa.

 

O sol brilhava e o dia estava convidativo para continuarmos a rolar. No entanto, alguns elementos tinham deveres familiares (que é como quem diz, perguntaram às respetivas esposas se ainda tinham vontade de andar mais um bocado de mota, e elas explicaram-lhes que não), pelo que o Sérgio e o Alfredo optaram por seguir caminho rumo às respetivas casas, enquanto os restantes percorriam as curvas que separam a Covilhã, da Torre. Chegados à Torre, fomos surpreendidos com uns resquícios de neve, que obrigaram a registo fotográfico.

 

Mas o que nos levava ali não era só vistas e neve… era a sandes serrana! Mal entrámos na loja do Centro Comercial da Torre já tínhamos uma fatia de bolo com queijo da serra nas nossas mãos, o que nos abriu imediatamente o apetite e despertou a sede. Mais uma dose de conversa, comida, bebida, e até houve quem aproveitasse para uma sesta ligeira!

 

 

Dando por concluída a visita à Torre, o final da nossa rota avizinhava-se… ainda assim, decidimos seguir uns quantos em conjunto por mais uns quilómetros, passando pelo Fratel, Ponte de Sor, com paragem em Montargil para a despedida. O núcleo alentejano optou por seguir viagem. Parece que uma daquelas motas que Kem Tem Troca estava a querer dar um ar da sua graça, e também ainda havia dúvidas que as peças soltas da Honda chegassem ao seu destino, apesar das cintas e elásticos.

 

Por isso, o último núcleo do grupo despediu-se no Parque de Campismo de Montargil, com uma (ou duas) abaladiça(s) e a partir daí rumou-se a casa de forma mais dispersa, mas ainda com as lembranças daqueles 3 dias de convívio passados em excelente companhia na estrada, à mesa ou numa qualquer esplanada.

 

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