sexta-feira, dezembro 12, 2025

Dois Anos...

Hoje vim aqui parar não sei muito bem porquê... e apercebi-me de que já não escrevia há mais de dois anos. Dois anos sem fazer uma coisa de que gosto e, nem sei explicar muito bem porquê. Porque não faz muito sentido deixar de fazer algo de que se gosta, só porque temos de dispensar algum do nosso tempo para fazê-lo. Por essa ordem de ideias faz mais sentido evitar perder tempo com coisas supérfluas ou desnecessárias (já para não falar naquelas que não gostamos mas somos "obrigados" a fazer).

O exercício de escrever esta breve publicação foi uma demonstração que decidi fazer a mim próprio, que mesmo a meio de um dia de trabalho, enquanto se faz uma pausa para o café, um par de minutos é suficiente para o efeito. E foi. E soube bem aplicar (mais uma vez) o desfibrilhador a este tasco das letras que tantas vezes me ajudou ao longo dos últimos 20 anos. Sim, faz na próxima semana 20 anos que publiquei um texto pela primeira vez neste blogue, quando os blogues eram algo na moda, coisa que agora já não acontece. Nunca fui muito de seguir tendências por isso vejo-me perfeitamente a continuar a escrever, aqui ou noutro lado qualquer, desde que vá fazendo a mim próprio recordatórios como este, para não me esquecer da importância da escrita para a minha saúde mental.

A ver se me disciplino o suficiente para recuperar este (bom) hábito.

2 comentários:

Anónimo disse...

Bom regresso filho. Já me fazia falta este espaço de leitura.
Gosto de tudo o que escreves .Espero e desejo que consigas ter tempo e disponibilidade par a continuares .
Mãe

Pai disse...

Huau!!! Bom regresso filhote!!! Assim já tenho matéria para imprimir a versão em papel da tua escrita (para memória futura, quando a NET desaparecer...) na altura do teu aniversário! Para além da satisfação de ler uma escrita escorreita e interessante sobre os temas mais variados do (teu) dia a dia. Lembro-me de ter lido em tempos que alguém coleccionava recortes de jornal, com aquilo que considerava interessante. Anos após, ao folhear esses recortes, chegou à conclusão que as notícias verdadeiramente interessantes eram as que se liam na parte de trás desses mesmos recortes, pois eram aquelas que retratavam/registavam efectivamente a vida e o pulsar dos membros da comunidade.
(Comentário escrito de acordo com o acordo antigo...) Ah, ah, ah!