sexta-feira, outubro 16, 2015

CSM... check! Well... almost!

Mais uma prova superada (quer dizer... ainda falta fazer o exame, mas pelo que percebi essa será a parte fácil). Foram alguns dias de atividade intensa e interessante. Dois dias de uma injeção de técnicas para pensar e agir de forma diferente em relação ao habitual, e de me munir de ferramentas para enfrentar os desafios profissionais futuros de uma forma um bocadinho diferente - espera-se melhor.


Trata-se (ou tratou-se) do curso de Certified Scrum Master, que tive a felicidade de frequentar dado pelo Exmo. Sr. Peter Stevens (não podia ter pedido melhor formador) que numa breve estadia em Portugal foi recrutado pela Rumos para formar nada mais nada menos que 40 pessoas ao mesmo tempo. E o que é certo é que "magia aconteceu" e toda esta gente que não se conhecia foi capaz de fazer um projecto e entregar um produto finalizado ao fim de apenas 59 minutos, recorrendo ao Scrum. Agora só falta estudar um bocadinho para o teste e obter a certificação oficial. De qualquer forma não pude deixar de pensar numa série de problemas que quem se movimenta na mesma área profissional que eu enfrenta numa base quase diária... o que me leva ao Dilbert que resolvi aqui partilhar. ;) Bom fim-de-semana!

domingo, outubro 11, 2015

Sociedade Moderna e Persecutória

Como já não tenho facebook, vou apanhando com menos frequência as "não notícias" da atualidade, meramente através das conversas de café com amigos e conhecidos (como acontecia antigamente...). Dei por mim a espreitar uma das novidades, que tem a ver com um lapso insignificante de um dos maiores jornalistas e autores que Portugal já teve: José Rodrigues dos Santos. O lapso teve a ver com a troca de um "ele" por "ela" num texto e contexto que, por infelicidade, estando associado a um deputado de orientação homossexual, deu de imediato aso a uma onda de pura raiva e ódio (é a única forma que tenho para descrever o que li e ouvi) contra o conceituado jornalista. Pessoalmente, na qualidade de pessoa não homofóbica que sou e que já cometeu gafes a falar em público, gostaria de viver numa sociedade que não condenasse publicamente qualquer um por dá cá aquela palha ou por crenças e convicções fundamentalistas. Gostaria que todas as pessoas que se dizem objetoras da intolerância fossem elas próprias mais tolerantes, e não a força motora de uma sociedade que cada vez é mais persecutória perante e sobre aqueles que não seguem os padrões daquilo que é considerado moderno e politicamente correto. Já para não falar no fato de, nos dias de hoje e com a quantidade de problemas bem mais graves que a nossa sociedade atravessa, ter este tipo de adesão massiva a movimentos condenatórios por parte de tanta gente, é bem demonstrativo do abismo em direção ao qual caminhamos, já para não falar de uma enorme quantidade de tempo livre e falta de outras preocupações.

sábado, outubro 10, 2015

Done!!! I'm Rolling...

"Não tenho luxos mas sou rico, há minha maneira..." :)

quinta-feira, outubro 08, 2015

1 Dia

Falta um dia para a mudança mais esperada. Nos últimos tempos, não consigo evitar este "contador" na minha cabeça. É certo que tomada a decisão o meu estado de espírito transformou-se de imediato, ainda assim a espera dá cabo de mim. Os planos sobrepõe-se como ideias atabalhoadas na minha cabeça. O que vou fazer... como vou fazer... como gostaria de me redefinir... A semana de interregno entre dois locais de trabalho tem já uma agenda recheada que dificilmente conseguirei cumprir, entre fazer tarefas há muito adiadas e investir em mim próprio, tudo em apenas 5 dias. Não vai chegar certamente, mas a ânsia de voltar a pôr mãos à obra também é muita, por isso o trabalho será bem vindo. Quase 4 semanas passadas desde que tomei esta decisão, os dias, horas e minutos custam cada vez mais a passar, quanto mais próximo do momento final. Fala um dia para a mudança mais esperada.

terça-feira, setembro 29, 2015

Ingratidão

E se, quando te despedes do teu trabalho e dás 4 semanas à casa, quando contratualmente só tinhas de dar 2... E se, quando te despedes do teu trabalho e logo a seguir sofres uma lesão que te podia deixar de baixa médica em casa, vais trabalhar à mesma... E se, quando te despedes do teu trabalho e entretanto apanhas uma constipação com direito a febre, vais trabalhar à mesma... E se, quando te despedes do teu trabalho e tens o teu filho doente mas o deixas com os avós, para não faltares aos teus compromissos profissionais... E se apesar de tudo o que foi mencionado anteriormente, só porque não concordas com a opinião de alguém, porque ainda te preocupas com aquilo que estás a fazer, e te sentes responsável por fazeres um bom trabalho no tempo que te resta... alguém te diz que te "estás a cagar para isto"... isso tem um nome: Ingratidão. Nunca mais é dia 9.

segunda-feira, setembro 28, 2015

Benelli de Cortesia

Hoje foi dia de levar a minha menina ao Spa (leia-se, a mota à oficina), por isso emprestaram-me o veículo de cortesia que se pode ver na imagem ao lado. O facto de ainda andar lesionado não ajudou a que me sentisse muito confortável mal me sentei nesta Benelli 302, mas ainda assim posso desde já tecer alguns comentários sobre a mesma. Começo pela crítica positivo, que se apoia muito no pressuposto inicial sobre o segmento em que esta moto se posiciona. Para o segmento em questão, e considerando o preço de 4 mil euros, é uma boa opção para quem precisa de uma utilitária e que não dê as chatices dos modelos asiáticos de baixa cilindrada, alguns de fraca qualidade, que abundam no mercado de hoje em dia. Esta mota tem um motor de 300cc a quatro tempos com dois cilindros em linha. Em termos de aspeto, está muitos furos acima da média (basta olhar para ela, parece uma Kawa de cilindrada superior). Em termos de conforto, é razoavelmente agradável, se bem que tenha um centro de gravidade um pouco mais alto do que gostaria, e  a posição dos pés também poderia ser mais bem conseguida, nomeadamente em relação ao seletor de velocidades e ao pedal do travão, que obrigam a um ângulo desconfortável. Quanto a motor, estranhei um pouco ter melhor comportamento em rotação elevada do que em baixas, já que sendo utilitária, seria útil mais algum disparo no meio do trânsito (eu pelo menos senti-lhe a falta). Em suma e não obstante os meus comentários anteriores, pelo preço que se paga e pelas caraterísticas anunciadas (e confirmadas), é um bom negócio. A qualidade do material em geral é boa, e penso que no caso desta marca, os parafusos vêm todos bem apertados de fábrica. Em termos de avaliação global e para quem como eu já conduz cilindradas superiores há algum tempo, continua a ser um "charuto"... mas um "charuto" bonito, sem dúvida!

quarta-feira, setembro 23, 2015

Programa do Nada

Há uns dias atrás enquanto fazia zapping, dei por mim a passar os olhos de relance na informação de programação da RTP, quando me deparei com a pérola constante na foto. Não sei exatamente há quanto tempo tinha começado o programa, mas... 5h13m para terminar!?!?!? Aquilo que carinhosamente chamo o "programa do nada", ou em alternativa o "programa-demasiado-longo-sobre-locais-pessoas-e-acontecimentos-completamente-inúteis-e-irrelevantes-que-pouco-ou-nada-interessam-a-ninguém-além-dos-que-neles-participam"... Porra!!! Ainda sou do tempo em que, quando a RTP não tinha programas para dar, colocava uma mira técnica no ecrã e um relógio a indicar a hora de início da programação a sério, e pronto! Acho que até as televendas seriam mais interessantes e menos cansativas do que isto! E curiosamente, ao mudar para a TVI, o cenário era idêntico a este (ao pormenor do minuto), sem tirar nem pôr! Valha-nos a TV por cabo... que com canais "generalistas" destes estamos bem lixados.

terça-feira, setembro 22, 2015

De Novo o Verde Esperança

E depois de muito andar a engolir em seco nos últimos 5 meses, sentindo-me o mais desconfortável possível na minha pele, eis que surge a mudança de novo. A partir do próximo mês dispo a T-shirt e volto de novo ao fato, e que melhor expressão para comprovar que "não é o hábito que faz o monge" (neste caso em concreto, a T-shirt que faz o gestor de projeto, numa instituição qualquer). O regresso ao verde (e não, não me converti ao Sporting) foi uma possibilidade graças a uma porta que nunca e fechou, de uma casa cheia de gente boa que está pronta a receber-me de volta. E que boa sensação esta também, de haver quem esteja disposto a receber-me de novo! Começo lentamente a ter a sensação de respirar ar fresco novamente, com um ânimo para (re)começar a trabalhar que raras vezes senti no passado! E isto tudo independentemente do cansaço físico que perdura graças a crianças a começar a escola e a respetiva época de doenças, que não matam mas moem... a lesão de ligamentos do passeio de BTT no fim-de-semana, que também não contribui... mas mesmo assim! Estou bem, como não estava há já bastante tempo. A quem interessar, prometo ir aqui deixando as cenas dos próximos capítulos... :)

segunda-feira, setembro 21, 2015

Ligamentos? Dr. House Mode On!

Há uns anos passava na TV um comercial que a determinada altura largava a seguinte pérola: "A diarreia vem sempre nas piores alturas". Sempre me questionei sobre qual seria a melhor altura para ter uma diarreia. O mesmo se aplica ao que me aconteceu no passado domingo, quando fui dar uma voltinha de BTT pelo trilho do Trancão. Não, não me deu uma dor de barriga incontrolável e não me caguei todo no meio do mato. Antes tivesse sido esse o meu problema... O que aconteceu foi que caí por uma ribanceira abaixo e aterrei em cima do pé direito que ao torcer para o lado de fora, deu um estalo, e disse que ficava por ali. Primeiro pensei que tivesse partido, mas depois de testar alguns movimentos, percebi que partido não estava, mas que algo se passava. A muito custo lá saí do meio do mato para mais tarde obter a confirmação na CUF quando após o raio X, o diagnóstico foi uma lesão dos ligamentos. E diz a doutora que para já "uma semana de repouso, com o pé levantado, a fazer gelo 4 vezes ao dia e a tomar brufen e nolotil" está bom. Conduzir (carro)? Fora de questão. Como é que fui trabalhar? Aproveitando o vazio legal que a Dra. estabeleceu na proibição de conduzir carro, optei por ir de mota (já que o pé direito é o menos essencial), naquilo que gosto de chamar o "modo Dr. House". Para quem não acompanhava a série, o dito médico (coxo) andava na sua Repsol Honda com uma bengala encaixada no quadro. Eu não encaixei uma bengala no quadro de uma CBR, mas encaixei uma canadiana na aranha de uma BMW (vide foto anexa). Amanhã? Casa, que isto para primeiro dia de lesão, não foi muito boa ideia ir trabalhar (assim o acusam as dores). Depois do dia de repouso, de volta ao "modo Dr. House". A ver...

quinta-feira, setembro 17, 2015

5 Meses Depois...

Finalmente! Quase 5 meses depois... 140 dias passados desde o meu acidente de mota... recebi a resposta da seguradora congénere. Depois de um processo que foi no mínimo doloroso, desde a situação da fuga do condutor, até à intervenção da polícia (e posterior prestação de declarações), do INEM, passando pela confusão quanto à propriedade da viatura envolvida (nada de surpreendente dada a "ciganice" da mesma), considerando as duas apólices (uma não considerada como válida, a outra feita no dia do acidente, uma hora antes, a mais de 50 kms do local)... Enfim, uma confusão das mais capazes que para meu espanto (que já andava a preparar os papelinhos para remeter o caso ao FGA) acabou por se resolver a meu favor! Imagino que a seguradora tenha feito tudo por tudo para se esquivar à responsabilidade (sobretudo dados os indícios de fraude na celebração da respetiva apólice), mas felizmente e desta feita, consegui "blindar" o meu caso o suficiente para que não pudessem fugir com o rabo à seringa. Uma vez mais, no entanto, comprovo que ter um acidente de moto é 50 vezes mais complicado em termos de resolução do processo de sinistro (por muita razão que o motociclista tenha) que se de um carro se tratasse. Este estigma e desconfiança é no mínimo injusto, até pelas condições distintas que são oferecidas a qualquer motard em termos de apólice. Mas isso são outros quinhentos. Para já só posso estar feliz por uma notícia boa que já não esperava ter. Desta vez, a coisa correu a meu favor!