Foi assim que comecei a jogar "Little Nightmares", onde vesti a pele de Six, uma menina presa numa espécie de navio/submarino sinistro conhecido como The Maw. O jogo está recheado de criaturas grotescas devoradoras de crianças, com cenários como cozinhas infestadas, quartos deformados e corredores sombrios e opressivos. A protagonista lida com uma fome constante que a vai transformando ao longo da sua jornada. No final, Six derrota uma espécie de gueixa (o "boss final"), absorve os seus poderes e escapa por fim do navio... tornando-se ela própria um pesadelo.
Toda a atmosfera e enredo do jogo é viciante, e em poucos dias cheguei ao fim... para logo a seguir iniciar a sua sequela: "Little Nightmares 2". Na realidade, é uma prequela que segue um outro protagonista: Mono, um rapazinho que usa um saco de papel na cabeça e vive num mundo igualmente distorcido e distópico. Ao longo da sua jornada, Mono cruza-se com Six e, juntos, tentam chegar à Signal Tower, passando por monstruosos caçadores, professores, manequins vivos e habitantes obcecados por TVs. A relação entre Mono e Six revela origens e eventos que antecedem o primeiro jogo. Igualmente, fiquei "viciado" e, novamente, acabei o jogo em poucos dias.
Entretanto vi que já existe o "Little Nightmares 3", uma última jornada desta trilogia à qual também me tenciono dedicar (assim fique disponível a um preço que faça sentido)!
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