Na sequência do meu post anterior, e apesar de não concordar com o que a minha seguradora me indicou que deveria fazer, estabeleci contato diretamente com a seguradora do terceiro envolvido no sinistro. O atendimento telefónico (apesar de eu não ser cliente) foi trinta vezes melhor que o da Logo. Não foram colocadas quaisquer questões quanto à atribuição de responsabilidade e pediram-me apenas que fornecesse uma cópia do relatório de peritagem (que estava na posse da Logo, e que tive de contatar novamente a pedir que o partilhassem - o que, vá lá, fizeram). No dia útil seguinte (hoje) liguei novamente para saber se faltava alguma informação ou documentação, quando me responderam que já tinham remetido correspondência para a minha morada com a autorização necessária para o posterior pagamento da reparação, que será tratada diretamente entre a referida seguradora e a oficina. E assim se coloca um futuro ex-cliente Logo, a recomendar a seguradora concorrente Fidelidade.
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segunda-feira, janeiro 05, 2015
domingo, janeiro 04, 2015
(In)Seguro
Lamentavelmente, dois meses após ter sofrido um acidente de moto (fui abalroado por um carro no IC17, na sequência do qual felizmente apenas ocorreram danos materiais) continuo sem ter a minha moto de volta. Não por indisponibilidade minha ou da oficina para proceder à reparação, não por dúvidas quanto à responsabilidade do acidente, apenas por aquilo que posso descrever como incompetência e má fé da companhia de seguros Logo (a minha, e não do terceiro envolvido). Depois de prestar várias vezes depoimento sobre o acidente, depois de insistir por e-mail e telefone quanto à urgência do apuramento de responsabilidades para aprovação da reparação (condicional), depois de várias reclamações minhas... a companhia entendeu que, por eu ter referido que me desloco na moto no percurso casa/trabalho, a mesma é usada para fins profissionais, o que significa que foram prestadas "declarações inexatas" na celebração da apólice, não sendo portanto a mesma válida. Terei usado o termo "fins profissionais" numa das minhas reclamações (ainda que nos vários depoimentos prestados tenha também escrito que a minha profissão é a de consultor - e não estafeta!) e usaram isso como arma de arremesso, sem tão pouco me contatarem previamente para confirmação. Como tal, excluem-se de qualquer responsabilidade na resolução do processo de sinistro, deixando-me com a "batata quente" na mão perante a outra companhia. Parabéns, Logo, pelo excelente comportamento perante um cliente de há vários anos, com várias apólices (automóveis, motos, casa...) e que sempre cumpriu com as suas obrigações. Só para avisar que isto não fica assim!
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