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quinta-feira, novembro 20, 2014

Turbilhão

Hoje foi dia de recuperação. Depois de ter sido abalroado por um carro no dia anterior, quando cheguei a casa resolvi ainda assim não desmarcar a futebolada noturna que tinha combinada, o que se provou a decisão acertada já que me permitiu desanuviar um pouco do stress do acidente. Ainda assim, esta sequência de eventos e o cansaço acumulado de quem não dorme como deve ser há 7 meses, resultou num turbilhão de provocações físicas ao meu corpo que se começou a queixar e a pedir alguma atenção. Graças à minha amiga Sónia, foi possível marcar uma sessão de Reiki quase de improviso, que teve um efeito mágico e me permitiu recuperar substancialmente dos abusos infligidos (e auto-infligidos também). O meu grande bem haja a alguém que quer, sabe e consegue dar aos outros aquilo que dá, e que é uma grande parte de si (um beijinho muito grande para ti!). Desde então os dias ganharam outra forma e tenho estado a funcionar corretamente, sem "bugs". As ideias continuam a fervilhar desde o "murro no estômago" e cada vez ganham uma forma mais concreta e delineada na minha mente. Cresce a vontade de as colocar no papel e dar forma ao caminho que tenho que seguir para me sentir completo. Sei que vou conseguir. 

terça-feira, outubro 28, 2014

A Melhor Versão do Eu

Gosto realmente de fazer exercício físico. No entanto aborrece-me não ter a disponibilidade para o fazer com a frequência e disponibilidade que gostaria de ter. Hoje foi mais um dia em que consegui vencer a inércia após alguns momentos de reflexão enquanto, ainda na cama, olhava para as horas no despertador. 6h30, marcava ele... depois de ter acordado 3 horas antes para atender ao chamamento do Alex... e me ter deitado novamente quase uma hora depois. O debate interno durou alguns minutos mas lá optei pela solução (aparentemente) mais dolorosa: levantar-me. Uma vez mais vesti uma roupa desportiva ao acaso (com todos os riscos inerentes), e lá fui eu (hoje já com claridade). Pedalei uns míseros 15 quilómetros de trilhos mas... não é que se revelou o suficiente para me fazer sentir vivo ainda com o dia inteiro de trabalho pela frente? Nos últimos tempos tenho pensado ocasionalmente que, se apreciarmos aquilo que conseguirmos fazer com as ferramentas que temos, em vez de nos penalizarmos por não conseguir fazer o que idealizámos, a nossa vida transforma-se para melhor. E isso, no final de contas, é o mais importante. Uma reflexão que desde recentemente trago sempre comigo, e aplico em variadas ocasiões e circunstâncias diárias: o que faria neste momento a melhor versão do "eu" próprio? Hoje pelas 6h30, a melhor versão do "eu" próprio levantava-se para ir treinar. E assim foi. Amanhã há mais (... ou pelo menos assim espero)!