Acho que habitualmente não sou tão optimista como sinto que deveria ser. No entanto e apesar de tudo (e todos) indicar o contrário, acredito que existe uma possibilidade de o ano que agora começa não ser... mau. Lembro-me sobretudo que as expectativas para 2012 eram péssimas no final de 2011... ainda assim sobrevivi. Ou melhor, vivi! Isto é, não me limitei a sobreviver e consegui ter realmente momentos de pura felicidade e alegria. Consegui estar com amigos, com família, ter um lar onde me sinto bem... em suma e pegando nas palavras de Pepe Mujica, "pobre é aquele que deseja infinitamente muito", e a partir do momento em que conseguimos olhar para trás e colocar um período ou conjunto de acontecimentos em perspectiva, conseguimos perceber que o infinito não é nada mais que o inalcançável, e que a felicidade está habitualmente no que é alcançável. Temos por isso de perceber o que é importante e alcançável, para nos podermos focar nesses objectivos e traçar um percurso para 2013. Como não tenho muita fé nas tradicionais resoluções de ano novo, penso que essa vai ser a principal diferença do ano que se inicia em relação aos anos anteriores: ter um plano com objectivos reais pode eventualmente ser uma vantagem. Eu... vou tentar. Correcção: eu vou conseguir! Beijinhos e abraços (conto com a ajuda dos meus amigos nesta tarefa).

Sei que vais conseguir!!!
ResponderEliminarNão sei se te lembras, mas muitas vezes já te disse que quando for "grande" quero ser como tu.
Mãe do Marco