Tantos anos a marrar, e lá consegui trabalho,
Suga-m'a energia toda, é um emprego do car*l#o.
Quando chega o fim do mês, só penso em receber,
Durante os outros dias, sinto que me estão a f*d#r.
Investi em formação, passei noites sem dormir,
Este meu triste empenho, até faz os outros rir.
A semana vem ai, segunda vai começar,
Dá-me um nó na barriga, tenho de ir mas é c*g#r.
Acabou-se a brincadeira... bahhhh.
Olh'o pró pijama no chão...
Voltar para o emprego?
Não, não, não, não,
Já, já, já...
Bahhhhhhhhhhh...
A minha versão:
ResponderEliminarTantos anos a marrar, e lá fiquei sem trabalho,
Sugara-m'a energia toda, é uma treta do car*l#o.
Quando chega o fim do mês, já começo a tremer,
Durante os outros dias, sinto que me estiveram a f*d#r.
Investi em formação, passei noites sem dormir,
Este meu triste empenho, até fez os outros rir.
A semana vem ai, segunda vai começar,
Dá-me um nó na barriga, tenho de ir mas é c*g#r.
Segunda-feira... bahhhh.
Acabou-se a brincadeira... bahhhh.
Olh'o pró pijama no chão...
Voltar a procurar emprego?
Não, não, não, não,
Já, já, já...
Bahhhhhhhhhhh...
susy: também não estiveste mal... ;)
ResponderEliminarHá distância de vários anos, já alguém tinha escrito:
ResponderEliminarPOEMA "MISÉRIA"
Uma velhinha tristonha
Dormindo à porta de um casarão
Ao amanhecer levantou-se
E pediu um bocadinho de pão
A senhora rica do dinheiro
Com voz zangada disse assim
Vá mas é à casa do padeiro.
A velhinha disse que sim
A velhinha era santa
E a Deus foi pedir
Para se vingar da mulher
O casarão fez cair.
pai: isto a mim quer-me parecer uma tentativa de obter protagonismo neste estaminé... ai ai, pai... ai, ai!
ResponderEliminarO protagonismo só poderá ser teu porque os versos que apresentei são da tua autoria enquanto aluno do Bartolomeu Dias. Não sei que idade terias porque não dataste a folha, mas talvez 9 ou 10 anos.
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